Indaiatuba é cidade referência para se viver

Mais uma vez, Indaiatuba é destaque nacional pela qualidade de vida que oferece. A cidade se manteve no Grupo 1 do índice Paulista de Responsabilidade Social (IPRS), o qual mede o nível dos municípios com bons indicadores de riqueza, longevidade e escolaridade.
O resultado foi apresentado pela Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) e por técnicos da Fundação Seade, em encontro na Câmara Municipal de Campinas. O IPRS é um indicador reconhecido pela ONU, que aponta a qualidade de vida nos 645 municípios do Estado.
Nos indicadores da pesquisa, a cidade acrescentou pontos e se manteve acima do nível médio estadual em 2014, ano de referência do estudo. Em 2012 a cidade também foi classificada no Grupo 1.
Riqueza
A cidade somou pontos neste indicador e se manteve acima do nível médio estadual. Foram avaliadas variáveis como o rendimento médio do emprego formal, que teve um aumento de R$ 2.648,00 para R$ 2.880 entre 2012 e 2014. O crescimento também foi identificado no valor adicionado fiscal per capita, que foi de R$ 24.458,00 para R$ 33.328,00.
Longevidade
Neste indicador a cidade também se classificou a cima da média e foram considerados os seguintes dados:
– Taxa de mortalidade infantil, que teve uma queda de 13,06 para 10,95, para cada mil bebês nascidos.
– Taxa de mortalidade perinatal, que teve uma queda de 13,07 para 12,83, para cada mil bebês nascidos.
– Taxa de mortalidade de pessoas entre 60 e 69 anos, que teve uma queda de 13,78 para 13,53 para cada mil habitantes.
Escolaridade
Na escolaridade, o desenvolvimento de atendimento para crianças de quatro e cinco anos foi de 98,3% para 98,7%. Para os alunos do 5º ano do Ensino Fundamental da rede pública o resultado foi de 61,9% para 62,4%. Com os alunos do 9º ano do Ensino Fundamental da rede pública a média cresceu de 26,8% para 30,4%. Já o porcentual de alunos com atraso escolar no Ensino Médio, sofreu uma queda de 14,1% para 12,9%.

O estudo realizado é separado por cinco classificações:
Grupo 1: Reúne os municípios que têm bons indicadores de riqueza, longevidade e escolaridade.
Grupo 2: Reúne os municípios que são bem posicionados no índice riqueza, mas tem um déficit em algum dos outros dois índices.
Grupo 3: Os municípios que têm baixo nível de riqueza, mas bons indicadores de longevidade e escolaridade.
Grupo 4: Agrega os municípios com baixos níveis de riqueza e com deficiência em um dos outros dois indicadores.
Grupo 5: Reúne os municípios com baixos níveis de riqueza e indicadores de longevidade e escolaridade insatisfatórios.
Portanto, Indaiatuba está classificada como um dos melhores lugares para se viver, uma boa oportunidade de pensar no seu futuro em uma cidade modelo.